Filmes da Bia
Blé.


Segunda-feira, Março 30, 2009

Blé.

Beatriz Saldanha|4:01 AM


Segunda-feira, Maio 05, 2008

Só não abandono de vez esse blog porque é muito bonitinho. Até falo sozinha!

Beatriz Saldanha|12:59 AM

Universal irá co-financiar novo filme de Almodóvar
da Folha Online

A Universal Pictures irá co-financiar "Los abrazos rotos" ("Os abraços cansados", na tradução livre), novo filme do cineasta espanhol Pedro Almodóvar, por meio da divisão internacional da Focus Features, afirma a versão on-line da revista "Variety".

Leia mais.

Só de pensar que hoje mesmo li uma mensagem do Carl Laemmle pedindo a opinião dos espectadores sobre O GATO E O CANÁRIO (The Cat and the Canary, 1927).

Beatriz Saldanha|12:22 AM


Quinta-feira, Janeiro 10, 2008

A quem interessar possa: neste mês sairá nas locadoras um documentário canadense sobre heavy metal. Quem quiser saber mais acesse a página METAL, UMA JORNADA PELO MUNDO DO HEAVY METAL (Metal, A Headbanger's Journey).

Beatriz Saldanha|12:52 PM


Sexta-feira, Maio 18, 2007

Imagens de Bonequinha de Luxo (Breakfast at Tiffany's, 1961), de Blake Edwards, com Audrey Hepburn:





























































Beatriz Saldanha|9:01 PM


Segunda-feira, Setembro 25, 2006

CINCO DISCOS ENVIADOS POR DEUS:

BETH GIBBONS & RUSTIN MAN - OUT OF SEASON



Confesso que só depois de conhecer Beth Gibbons que fui ouvir alguma coisa de Portishead. O disco possui uma melodia triste maravilhosa, um quê de feminilidade, tudo tão bonitinho. Se não me engano, há uma versão do disco com a regravação de "Candy Says" do Velvet Underground. Não cheguei a ouvi-la, mas suponho que seja tão boa quanto. Detalhe: minha cópia do disco é ultra-mega-exclusiva, com direito ao meu nome na capa, faixas ao vivo e tudo o mais, feita pelo meu amorzinho. Hihihi.

1. Mysteries
2. Tom The Model
3. Show
4. Romance
5. Sand River
6. Spider Monkey
7. Resolve
8. Drake
9. Funny Time Of Year
10. Rustin Man

MUNDO CÃO (GHOST WORLD) - TRILHA SONORA



Logo que soube da existência de MUNDO CÃO (Ghost World, 2001), sabia que simpatizaria com o filme. Foi o que aconteceu: peguei uma exibição qualquer no Telecine e me declarei apaixonada. Nunca me identifiquei tanto com uma personagem, mesmo descobrindo depois que todas as meninas que têm dos 16 aos 22 anos se identificam com a Enid. De qualquer forma, ainda me toca vê aquela mocinha de robe de seda dominada por uma faixa de um disco de blues. No meu caso, são todas as faixas da trilha (exceto o rap de formatura e a faixa da banda que toca no bar). Foi com esse disco que comecei a crer que CDs caem do céu, enviados por Deus, mas fiquei sabendo que o Terry Zwigoff conseguiu emprestada a coleção de 78 rotações de blues do Crumb para a construção da trilha sonora. Por sinal, não é muito difícil perceber a semelhança do cartunista com o personagem Seymour, interpretado pelo fofíssimo (não é possível que só eu no mundo tenha essa opinião) Steve Buscemi. O CD tem apenas duas músicas do Lionel Belasco, mas foram suficientes para eu procurar outras feito louca. Só encontrei uns CDs de coletânea, em sites internacionais. Terei que violar o porquinho pra bancar este deleite.

1. Jaan Pehechaan Ho - Mohammed Rafi
2. Graduation Rap - Vanilla, Jade and Ebony
3. Devil Got My Woman - Skip James
4. I Must Have It - Vince Giordano and the Nighthawks
5. Miranda - Lionel Belasco
6. Pickin' Cotton Blues - Blueshammer
7. Let's Go Riding - Mr. Freddie
8. Georgia On My Mind - Vince Giordano and the Nighthawks
9. Las Palmas De Maracairbo - Lionel Belasco
10. Clarice - Vince Giordano and the Nighthawks
11. Scalding Hot Coffee Rag - Craig Ventresco
12. You're Just My Type - Vince Giordano and the Nighthawks
13. Venezuela - Lionel Belasco
14. Fare Thee Well Blues - Joe Calicott
15. C. C. & O. Blues - Pink Anderson & Simmie Dooley
16. C-h-i-c-k-e-n Spells Chicken - McGee Bros.
17. That's No Way To Get Along - Robert Wilkins
18. So Tired - Dallas String Band
19. Bye Bye Baby Blues - Little Hot Jones
20. Theme From Ghost World - David Kitay

LHASA DE SELA - LA LLORONA



Conheci Lhasa acidentalmente, vagando pelo orkut, quando encontrei uma comunidade da moça. Fiquei curiosa, baixei o disco e nunca mais parei de ouvir. Incrivelmente maravilhosa, Lhasa é a cura para todos os males. Aquela voz rouca, a expressividade, a latinidade, a (também) feminilidade... entro em transe com as músicas desse disco, que é muito mais do que recomendado.

1. De Cara A La Pared
2. Le Celestina
3. El Desierto
4. Por Eso Me Quedo
5. El Payande
6. Los Peces
7. Floricanto
8. Desdenosa
9. El Pajaro
10. Mi Vanidad
11. El Arbol Del Olvido

NICK CAVE & THE BAD SEEDS - ABATTOIR BLUES/THE LYRE OF ORPHEUS



O disco é duplo, mas, na verdade, conheço o segundo muito pouco. Vagando pelo Soulseek, acabei baixando ABATTOIR BLUES. Também conhecia Nick Cave apenas de nome, mas, após ter contato com MURDER BALLADS (através do meu amorzinho, que me mandou maravilhas como "Henry Lee"), resolvi ouvir as velhas MP3 que havia baixado. Mais uma vez, entrei em transe. Parece exagero, mas esses discos parecem equivalentes a uma intensa experiência espiritual. O coral participante do disco é um espetáculo à parte.

Disco 2

1. Get Ready For Love
2. Cannibals Hymn
3. Hiding All Away
4. Messiah Ward
5. There She Goes, My Beautiful World
6. Nature Boy
7. Abattoir Blues
8. Let The Bells Ring
9. The Fable Of The Brown Ape

Disco 2

1. The Lyre Of Orpheus
2. Breathless
3. Babe You Turn Me On
4. Easy Money
5. Supernaturally
6. Spell
7. Carry Me
8. O Children

SIMON & GARFUNKEL - GREATEST HITS



Conhecia Simon & Garfunkel apenas pela trilha sonora (maravilhosa, por sinal) de A PRIMEIRA NOITE DE UM HOMEM (The Graduate, 1967), um dos meus filmes preferidos. O Emaús, um dos maiores sebos da cidade, levou um quiósque pra universidade, onde acabei comprando este disco (juntamente de um do Alceu Valença e outro do MPB4), sendo os primeiros discos que comprei sozinha. Passei um bom tempo sem ter como tocar os discos, quando meu pai conseguiu fazer uma ligação do meu aparelho de som com uma vitrola antiga que ele tinha. Esse foi o primeiro disco que toquei na minha vitrola, e que escuto até hoje. Acho que não preciso falar muito. Todo mundo conhece a Simon & Garfunkel. É outro disco que funciona como remedinho, quando é necessário escapar um pouquinho da realidade.

1. Mrs. Robinson
2. For Emily, Whenever I May Find Her
3. Boxer
4. 59th Street Bridge Song (Feelin' Groovy)
5. Sound of Silence
6. I Am a Rock
7. Scarborough Fair/Canticle
8. Homeward Bound
9. Bridge over Troubled Water
10. America
11. Kathy's Song
12. Condor Pasa (If I Could)
13. Bookends Theme
14. Cecilia

Beatriz Saldanha|2:18 AM


Sábado, Setembro 09, 2006

MINIBIOGRAFIAS DOS ASTROS HOMENAGEADOS NA MOSTRA DE HORROR

Bela Lugosi



Béla Ferenc Dezsõ Blaskó nasceu em 20 de outubro de 1882, em Lugos, Império Austro-Húngaro (hoje Romênia), região bastante próxima à Transilvânia, a morada de Drácula. Decidiu seguir a carreira artística desde cedo, o que contrariava seu pai e o levou a fugir de casa aos onze anos. Trabalhou com mineração e freqüentou companhias de teatro na adolescência. Entrou para o cinema húngaro, assumindo o nome Arisztid Olt, mas a carreira foi interrompida por sua ida ao exército, em 1914. Foi liberado do serviço militar e, em 1921, partiu para os Estados Unidos. Em 1927, assumiu o papel de Drácula, que o marcaria por toda a vida, numa bem-sucedida montagem para os palcos. Quatro anos depois estrelou Drácula, filme que o consagrou como o maior vampiro do cinema e o tornou um símbolo da cultura gótica. Destacou-se também em Os Assassinatos da Rua Morgue (1932) e O Gato Preto (1934), entre outros. No final da carreira, participou de filmes de Edward D. Wood Jr., considerado o pior cineasta de todos os tempos; história retratada por Tim Burton em Ed Wood (1994). Vitimado por um ataque cardíaco, Bela morreu há 50 anos, em 16 de agosto de 1956, sendo enterrado com suas vestes de Drácula, pedido que estaria registrado em seu testamento.

Christopher Lee



Christopher Frank Carandini Lee nasceu em 27 de maio de 1922, em Londres, descendente de uma tradicional família européia. Após a escola preparatória, fez um rigoroso colegial, onde aprendeu Grego e Latim. Trabalhou como mensageiro e office-boy, ganhando um salário miserável. Durante a Segunda Guerra Mundial, serviu as forças especiais da Real Força Aérea Britânica, atividade que lhe rendeu uma condecoração. Ao final da guerra, já estava habituado a apresentar-se em teatros musicais. Em 1948, estreou nas telas num pequeno papel na produção inglesa Escravo do Passado. Interpretou o monstro do título de A Maldição de Frankenstein (1957), filme da produtora Hammer que inaugurou o moderno horror britânico. No ano seguinte, fez sua primeira aparição como Drácula em O Vampiro da Noite, dando início ao ciclo de vampiros da Hammer, consagrando-o como um dos vampiros mais famosos do cinema. Sua vasta contribuição ao horror inclui outros filmes de monstro, mistérios de Sherlock Holmes para o cinema e TV, além de um papel no cultuado O Homem de Palha (1973). Mais recentemente apareceu em grandes produções, como O Senhor dos Anéis, Star Wars, A Fantástica Fábrica de Chocolate etc., aumentando sua filmografia, composta por mais de 250 títulos.

Peter Cushing



Peter Wilton Cushing nasceu em 26 de maio de 1913, em Kenley, no condado britânico de Surrey. Sentiu-se atraído pela atuação desde muito cedo e, ainda na escola, envolveu-se no teatro local, até conseguir uma bolsa de estudos para a conceituada Escola Guildhall de Música e Drama, mudando-se para Londres. Durante uma breve passagem pelos Estados Unidos, fez sua estréia no cinema com um pequeno papel numa versão de O Homem da Máscara de Ferro. Retornou à Inglaterra e, durante a Segunda Guerra Mundial, uniu-se à Associação de Serviços Militares de Entretenimento. Após pequenas participações em filmes como Hamlet (1948) e Moulin Rouge (1952), dedicou-se a atuar em programas televisivos. Aos 44 anos, estrelou A Maldição de Frankenstein, o primeiro filme de terror da Hammer, no qual interpreta o Barão Victor Frankenstein. Atuou cerca de 30 vezes ao lado de Christopher Lee, destacando inúmeras produções da Hammer. Seu carisma e tipo físico influenciaram muito seus papéis, os quais comumente eram de cientistas, arqueólogos e detetives. Por sua classe e extraordinária competência, é considerado o gentleman do horror. Morreu em 11 de agosto de 1994, deixando como legado uma filmografia com mais de uma centena de títulos.

Boris Karloff



William Henry Pratt nasceu em 23 de novembro de 1887, no subúrbio londrino de Camberwell. Trabalhou em rádio e teatro, até que desembarcou nos Estados Unidos e fez sua estréia no cinema, em 1919. Seu debute no horror se deu em 1926, com The Bells. Já havia atuado em 80 filmes de diversos gêneros quando foi convidado a estrelar Frankenstein (1931), personagem que, assim como seria Drácula para Lugosi, o acompanhou por toda a vida. No ano seguinte, interpretou outro personagem icônico: Im-Ho-Tep, em A Múmia. A disputa entre os dois ídolos do horror era inevitável, mas Karloff dividiu as telas com Lugosi algumas vezes, sendo a primeira delas em 1934, com O Gato Preto, inspirado no conto de Edgar Allan Poe. O último encontro da dupla foi em 1945, com O Túmulo Vazio. Em 1960, aliado a Roger Corman e a produtora American International Pictures, estrelou uma série de filmes de humor negro, como O Corvo (1963) e Farsa Trágica (1964). Tais filmes promoveram o encontro de Karloff com os grandes astros Vincent Price, Peter Lorre e Basil Rathbone. Morreu em 2 de fevereiro de 1969, na Inglaterra, devido a problemas respiratórios. Deixou um legado de mais de 200 títulos, entre filmes e programas de TV, incluindo produções lançadas postumamente.

Vincent Price



Nascido em 27 de maio de 1911, Vincent Leonard Price Junior se interessou muito cedo pela história da arte. Estreou no teatro durante uma estada em Londres, protagonizando personagens românticos. O mesmo aconteceu na Broadway, quando da sua volta aos Estados Unidos. Estreou no cinema na comédia Serviço de Luxo (1938). No ano seguinte, atuou em A Torre de Londres, juntamente de Boris Karloff e Basil Rathbone, em seu primeiro filme de horror, gênero que o consagraria. Em 1944, atuou no clássico Laura, ao lado de Gene Tierney. Firmou uma frutífera parceria com o cineasta Roger Corman na década de 60, a qual resultou em filmes como O Solar Maldito (1960), A Mansão do Terror (1961) e O Corvo (1963). Em 1971, encarnou aquele que, provavelmente, é o seu papel mais cultuado: o vingativo Dr. Phibes, em O Abominável Dr. Phibes. Uma continuação do filme, chamada A Câmara de Horrores do Abominável Dr. Phibes, foi lançada no ano seguinte, contando com Peter Cushing no elenco. Em 1982, narrou o curta-metragem de animação Vincent, feito em sua homenagem por Tim Burton. Foi também num filme de Burton, Edward Mãos de Tesoura (1990), em que Price fez sua última aparição marcante no cinema. Morreu em 26 de outubro de 1993, vitimado por um câncer no pulmão.

Lon Chaney Jr.



Creighton Tull Chaney nasceu em 10 de fevereiro de 1906, em Oklahoma, Estados Unidos, filho do consagrado astro do cinema mudo Lon Chaney, protagonista de O Fantasma da Ópera, O Corcunda de Notre Dame e outros. Depois de tentar várias profissões, sua carreira como ator só deslanchou após a morte do pai, em 1930. Por insistência dos produtores, assumiu o pseudônimo Lon Chaney Jr. em 1935, como estratégia comercial. Em 1941, juntou-se à galeria de monstros da Universal ao protagonizar O Lobisomem, tornando-se eternamente marcado pelo papel, notável por se tratar do único monstro do estúdio levado às telas sempre pelo mesmo ator. Também encarnou monstros em O Fantasma de Frankenstein, O Túmulo da Múmia (ambos de 1942) e O Filho de Drácula (1943). Participou do popular programa de rádio Inner Sanctum Mysteries, estrelando também as adaptações para o cinema. Durante sua extensa carreira, atuou ao lado de Vincent Price, Bela Lugosi, John Carradine, Basil Rathbone e Boris Karloff, entre outros grandes nomes do horror. Faleceu em 12 de julho de 1973, por problemas no fígado, causados pelo alcoolismo, o qual, muito provavelmente, foi conseqüente das intermináveis horas de maquiagem exigidas na construção do lobisomem, as quais o astro enfrentou com a bebida.

bia.do.chico@gmail.com

Beatriz Saldanha|10:23 PM

MINIBIOGRAFIAS DOS ASTROS HOMENAGEADOS NA MOSTRA DE HORROR - SEGUNDA PARTE

Basil Rathbone



12 junho 1892 - 21 julho 1967

Nascido em Joanesburgo, na África do Sul, Philip St. John Basil Rathbone imigrou à Inglaterra juntamente da família, quando tinha apenas três anos. Lá foi educado, serviu à Primeira Guerra Mundial e fez o seu debute cinematográfico num papel de destaque no filme mudo Innocent, de 1921. Sua estréia no horror se deu com Amor de um Estranho, em 1937. Seu personagem mais célebre foi o do detetive britânico Sherlock Holmes, imortal criação de Arthur Conan Doyle, ao qual deu vida em diversas produções. Contracenou com outros grandes astros do horror ao longo da carreira, como Bela Lugosi, Boris Karloff, Vincent Price e Lon Chaney Jr., entre outros. Foi duas vezes indicado ao Oscar de melhor ator coadjuvante.

Donald Pleasence



5 outubro 1919 - 2 fevereiro 1995

Donald Pleasence nasceu em Nottinghamshire, Inglaterra, filho de um agente ferroviário. Sua estréia no cinema seria em O Morro dos Ventos Uivantes (1939), o qual não pôde concluir quando foi convocado para o serviço militar. Durante a Segunda Guerra Mundial, foi capturado pelo inimigo e mantido prisioneiro. Na década de 50, chegou às telas numa variedade de filmes, entre eles, 1984 (1956) e O Monstro da Morgue Sinistra (1959), neste último, ao lado de Peter Cushing. Interpretou um vilão memorável na cinessérie do espião James Bond e o psiquiatra Dr. Loomis, obcecado em entender a mente do assassino Michael Myers, nos filmes da franquia Halloween. Morreu em St. Paul de Vence, na França, devido a complicações cardíacas.

Peter Lorre



26 junho 1904 - 23 março 1964

László Löwenstein nasceu em Rózsahegy, Império Austro-Húngaro (hoje Eslováquia). Começou como ator de teatro em Viena e, nos anos 20, mudou-se para Berlim, onde encontrou Fritz Lang, que o convidou para protagonizar M, o Vampiro de Düsseldorf. Devido às suas origens judias, fugiu da Alemanha em 1933, com a ascensão do regime nazista. Na Inglaterra, trabalhou com Hitchcock em O Homem Que Sabia Demais (1934) e O Agente Secreto (1936). Partiu para os EUA, onde atuou na popular série de mistério Mr. Moto. Fez papéis marcantes nos clássicos Relíquia Macabra (1941) e Casablanca (1942). Seus últimos anos foram bastante ligados ao também genial Vincent Price, com quem contracenou em O Corvo (1963) e Farsa Trágica (1964). Morreu na Califórnia, vitimado por um ataque cardíaco.

John Carradine



5 fevereiro 1906 - 27 novembro 1988

Richmond Reed Carradine iniciou sua carreira como ator em peças shakespeareanas. Em 1930, fez seu debute cinematográfico, sob o nome de Peter Richmond. Poucos anos depois, assumiu o nome que lhe seguiria pelo resto de sua longa carreira: John Carradine. Atuou em inúmeros filmes do cineasta John Ford, entre eles, As Vinhas da Ira (1940). Sua filmografia é composta por mais de 300 atuações para o cinema e para a TV. Teve grande participação no cinema de horror, gênero ao qual pertencem quase uma centena de títulos de sua filmografia. Entre estes estão A Torre dos Monstros (1956), onde atua ao lado de Lon Chaney Jr. e Basil Rathbone; e a comédia horrorífica Monstros, Não Amolem! (1966). Faleceu aos 82 anos, numa visita a Milão, na Itália.

Michael Gough



23 novembro 1917

Michael Gough nasceu na Malásia, porém, fez sua estréia nos cinemas num filme britânico, Mais Forte Que o Amor (1947). Na década de 60, atuou numa série de filmes de horror do estúdio britânico Hammer, como O Vampiro da Noite (1958) e O Fantasma da Ópera (1962). Apesar da notável contribuição ao cinema de horror (Horrores do Museu Negro, Konga, Espetáculo de Sangue), hoje é mais lembrado por ter encarnado o simpático personagem Alfred, o mordomo de Batman, em quatro filmes da franquia do super-herói. Mais recentemente, pôde ter seu trabalho conferido em dois filmes de Tim Burton, com pontas em A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça (1999) e A Noiva Cadáver (2005), para o qual empresta sua voz na dublagem original.

bia.do.chico@gmail.com

Beatriz Saldanha|10:06 PM

MOSTRA DE HORROR NO CINECLUBE CASA AMARELA



05.09 - O GATO PRETO (1934)

12.09 - A TORRE DOS MONSTROS (1956)

19.09 - O VAMPIRO DA NOITE (1958)

26.09 - O MONSTRO DA MORGUE SINISTRA (1959)

03.10 - O CORVO (1963)

10.10 - FARSA TRÁGICA (1964)

17.10 - O ABOMINÁVEL DR. PHIBES (1971)

24.10 - O HOMEM DE PALHA (1973)

31.10 - A MANSÃO DA MEIA-NOITE (1983)

E um monte de extras exclusivos.

OBS: Como ninguém lê esse blogue, não estou dando detalhes, mas, caso uma viv'alma aparecer e tiver curiosidade de saber mais sobre a mostra, acesse o link abaixo:

http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=350651&tid=2485519880131854412&start=1

Beatriz Saldanha|7:29 PM
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